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20 • 07 • 2021

Bernardes Arquitetura e CFL Incorporadora assinam empreendimento de luxo em Florianópolis

Um novo empreendimento imobiliário promete movimentar o mercado de luxo da capital catarinense nos próximos anos, com direito a assinatura de peso e um conceito bastante particular. A localização paradisíaca não poderia ser melhor: às margens da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, o Canto da Lagoa será construído em um terreno de propriedade do empresário Pedro Sirotsky, que se uniu a dois parceiros – a Incorporadora CFL e o escritório Bernardes Arquitetura – para criar o Moradas do Canto, um condomínio com conceito e atmosfera de casas suspensas, com metragens entre 379 m² a 628 m², plantas personalizadas e muita sombra e água fresca.

Sirotsky adquiriu o terreno em 1994, quando liderava o Grupo RBS no estado. “Morávamos em Floripa desde 1988, na avenida Beira Mar. Passeando pela Lagoa, encontramos esse terreno dos sonhos e foi amor à primeira vista. Nossa casa ficou pronta em 1997 e vivemos nela até 2018.” Mas o que motivou a venda do terreno? “A vida é feita de ciclos. A família aumentou, os filhos cresceram, chegaram os netos. Aí veio uma energia do bem me dizendo que estava na hora de mudar de ciclo. Conversando com amigos, tomei a decisão de abrir a possibilidade de um novo projeto”, confidencia o empresário, que manterá uma das unidades para uso pessoal.

À localização de tirar o fôlego acrescente-se a assinatura do projeto, a cargo do renomado escritório de arquitetura encabeçado por Thiago Bernardes. Entre os desafios enfrentados, talvez o maior seja a não descaracterização da paisagem original, minimizando o impacto na topografia, na vegetação e no visual a partir da lagoa e do entorno. Para tanto, buscou-se empregar no projeto materiais que tivessem o significado ligado à sua função na edificação: volumes de embasamento em pedra, concreto aparente nas vigas e bordas dos terraços, além da madeira aplicada na fachada por meio dos brises, elemento que aquece e traz a referência da natureza presente no entorno.

“Desta forma buscamos criar um espaço com escalas de caráter coletivo e, ao mesmo tempo, considerar a privacidade individual de cada unidade, além da maior integração possível com o verde e a lagoa”, explica o arquiteto Fernando Sunao, do escritório de Bernardes.

A solução das “casas suspensas” surgiu com o desejo de não replicar o modelo de torres multifachadas. “Queríamos algo que desse o privilégio para que cada um tivesse a sua vista para a Lagoa e que todos os apartamentos contassem com terraços para terem acesso à área verde – alguns um grande quintal – tanto no nível do térreo como nos pavimentos superiores. A nossa premissa, desde o início, era não termos um condomínio de apartamentos, mas algo mais próximo de uma vila com casas em meio à natureza”, explica Sunao.

Seguindo o DNA que tornou o escritório famoso, cada projeto é pensado e desenvolvido de forma singular, levando em consideração as características do local, escala do entorno, os materiais disponíveis e, neste caso, principalmente a natureza. Desta forma a integração entre a edificação e o entorno se dá como um resultado natural, sem rupturas, assim como uma boa conversa. Desta troca surgem os planos horizontais, o contraste entre cheios e vazios nas fachadas, as formas orgânicas, os volumes dos terraços cobertos e os painéis envidraçados.

Matéria publicada em 23/02/2021 no site da Casa Vogue.

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